Convenções Coletivas de Trabalho Data-Base Maio 2014- 2015, exceto segmentos de Logística e Geral

 

O SINDEEPRES, em respeito aos seus representados, vem informar que, em virtude de a proposta patronal não atender aos interesses da categoria, até o presente momento não foram fechadas as Convenções Coletivas de Trabalho, Data-Base Maio 2014-2015, exceto segmentos de Logística e Geral.

O Sindicato esclarece que todas as mesas de negociações esgotaram as possibilidades para melhorias de índices e benefícios, visando sempre à valorização de seus representados.

Ainda, recentemente, convocamos as empresas prestadoras de serviços e o sindicato patronal para chegarmos a um consenso, porém não compareceram. Em virtude disso, a solução do impasse por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) será a última tentativa de negociação.  

O SINDEEPRES, por meio de sua diretoria, permanece empenhado para que seus representados tenham suas reivindicações atendidas, inclusive as pautadas ao sindicato patronal no mês de abril de 2014.

As reivindicações de nossa pauta refletem a necessidade de reconhecimento e de valorização. São cláusulas justas e necessárias. Não vamos perder a oportunidade de exigir o que é nosso por direito. Quem não dá valor ao trabalho que fazemos só vai nos dar ouvido e razão quando cruzarmos os braços.

SINDEEPRES - Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo.

O presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite, foi ho­menageado pela campanha “Eu Sou do Bem, Eu Faço o Bem”, na quinta-feira (05/06). O prêmio objetivou divulgar a atuação re­levante do presidente no que diz respeito às lutas e conquistas por mais direitos e benefícios para os trabalhadores da categoria ter­ceirizada.

“Fico muito grato pelo reconheci­mento das ações realizadas fren­te ao SINDEEPRES. Entendo que só podemos de fato mudar o mundo com práticas boas. Há quase 22 anos essa tem sido a bandeira do sindicato: fortalecer os direitos dos nossos compa­nheiros”, agradeceu.

Segundo o autor da campanha, jornalista Figueiredo Junior, o prêmio tem um significado que vai além da forma física, representa­da por um troféu. “Ele serve para lembrar a todos que a mudança começa conosco, não importa se é para meio ambiente, na gestão de pessoas ou simplesmente res­peitando o próximo. Todo mundo pode fazer o bem, até mesmo dando um sorriso para alguém que não conhecemos”, disse.

Este é o oitavo ano de premiação. Ao todo foram contempladas 100 pessoas que praticaram alguma atividade de destaque caracte­rizada como do bem em 2013. Entre os premiados há represen­tantes de empresas, sindicatos e instituições, bem como pessoas físicas.

SOBRE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM CONDOMÍNIOS PARA CAMPINAS E REGIÃO

O SINDEPRESTEM – Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Tem­porário no Estado de São Paulo – e o SINDEEPRES – Sindicato dos Em­pregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Tra­balho Temporário, Leitura de Medi­dores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo –, entidades sindicais representativas do segmento de pres­tação de serviços, esclarecem aos condomínios e administradoras de condomínios de Campinas e Região que representam o segmento de pres­tação de serviços e mão de obra em condomínios, em que são colaborado­res porteiros, controladores de aces­so e demais funções especificadas na Convenção Coletiva de Trabalho firmado entre o SINDEPRESTEM e o SINDEEPRES, cuja Cláusula 75ª per­mite a terceirização em condomínios mistos, particulares e comerciais em Campinas e Região.

Os artigos 5º, 7º e 170º da Constitui­ção Federal asseguram o livre exercí­cio de qualquer atividade econômica, de forma que a prática da terceiriza­ção é livre e não pode ser proibida ou coibida, nem mesmo por Convenção Coletiva de Trabalho de outro seg­mento, que, inadvertidamente, vem conturbando as relações entre as em­presas prestadoras de serviços.

Observa-se que a prática adotada pe­las entidades desconexas ao nosso segmento tem o propósito de levar a erro os síndicos e administradores de condomínios e de provocar dúvidas na representação sindical dos traba­lhadores.

Assim, o SINDEPRESTEM e o SIN­DEEPRES, em conjunto, informam que já tomaram providências contra os abusos perpetrados pelo Sinconed e o Sindicond para restabelecer a or­dem e a segurança jurídica, a saber:

O SINDEPRESTEM informa que o processo nº TST-RO-116000- 32.2009.5.15.0000, relatado na Cláu­sula nº 34 da Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre os sindicatos Sinconed e Sindicond se encontra em trânsito legal, ou seja, sub judice, não havendo qualquer impedimento legal contra a representação deste junto às empresas de prestação de serviços na área de portaria, controle de acesso e afins no estado de São Paulo.

Já o SINDEEPRES esclarece que, tendo em vista a insistência do Sindi­cato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de Campinas e Região – Sinconed – em representar categoria já representada pelo SINDEEPRES, ingressou com ação judicial contra o Sinconed, cujo processo recebeu o nº 0139500-95.2009.5.15.0043 – 3ª Vara do Trabalho de Campinas.

Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região decidiram em sede de recurso, cuja decisão é definitiva, que:

i) o SINDEEPRES é o legítimo repre­sentante dos empregados das em­presas de prestação de serviços a terceiros, colocação e administração de mão de obra, trabalho temporá­rio, leitura de medidores e entrega de avisos dentro de sua respectiva base territorial, inclusive quando o tomador de serviços se tratar de condomínio ou edifício;

ii) o Sinconed está proibido de pra­ticar atos de representação dos em­pregados das empresas de prestação de serviços a terceiros, colocação e administração de mão de obra, traba­lho temporário, leitura de medidores e entrega de avisos dentro da base ter­ritorial do sindicato requerente, inclu­sive quando o tomador de serviços se tratar de condomínio ou edifício, bem como de, em relação a tais trabalha­dores, firmar Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho, ajuizar Dissí­dios Coletivos, Ações Individuais ou Coletivas, arrecadar contribuições e efetuar a homologação da rescisão do contrato de trabalho;

iii) o Sinconed deve restituir ao SIN­DEEPRES as quantias arrecadadas na condição de representante dos em­pregados terceirizados em portarias em edifícios e condomínios.

O Sinconed esgotou todos os recur­sos possíveis para alterar a decisão da Justiça. Contudo, não obteve su­cesso, isto é, o ganho da causa foi do SINDEEPRES.

 O SINDEPRESTEM e o SINDEE­PRES já adotaram as medidas cabí­veis para tornar sem efeito legal as investidas do Sinconed, que insisten­temente descumpre a decisão judicial e a legislação do país.

 

No domingo (15/06), a Coderp levan­tou a taça de campeã do Torneio de Futebol Sindeepres em Ribeirão Pre­to ao marcar 6 a 3 na HR Serviços.

No primeiro tempo as duas equipes mantiveram o mesmo nível de jogo. No segundo a Coderp se destacou, sobre­tudo na parte física e na concentração, e levou o título. “Esperávamos ficar entre os finalistas, porque no torneio do ano passado tivemos um bom de­sempenho e já conhecíamos as outras equipes”, disse o capitão do time ven­cedor, Andrei de Carvalho Lucas.

A HR Serviços teve o goleiro menos vazado, Wesley Francisco Lima, que sofreu apenas 19 gols.

Já na disputa pelo terceiro lugar, en­tre a Daerp e a HR Leitura, o jogo foi acirrado e só foi decidido nos últimos momentos do segundo tempo. A Daerp venceu pelo placar de 13 a 8.

A Daerp também se destacou com o maior artilheiro, Rodrigo Castro Dovic­chi, que marcou 24 gols.

“Na verdade, a equipe buscava o título, mas também ficamos felizes com a ar­tilharia”, ressaltou Dovicchi, que jogou pela primeira vez o regional.

O torneio, realizado no Sesc Ribeirão Preto, contou com a participação de 85 associados e oito equipes no total.

FOTOS DO TORNEIO - CLIQUE AQUI

        
  • NOTA DE ESCLARECIMENTO

    Convenções Coletivas de Trabalho Data-Base Maio 2014- 2015, exceto segmentos de Logística e Geral

     

    O SINDEEPRES, em respeito aos seus representados, vem informar que, em virtude de a proposta patronal não atender aos interesses da categoria, até o presente momento não foram fechadas as Convenções Coletivas de Trabalho, Data-Base Maio 2014-2015, exceto segmentos de Logística e Geral.

    O Sindicato esclarece que todas as mesas de negociações esgotaram as possibilidades para melhorias de índices e benefícios, visando sempre à valorização de seus representados.

    Ainda, recentemente, convocamos as empresas prestadoras de serviços e o sindicato patronal para chegarmos a um consenso, porém não compareceram. Em virtude disso, a solução do impasse por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) será a última tentativa de negociação.  

    O SINDEEPRES, por meio de sua diretoria, permanece empenhado para que seus representados tenham suas reivindicações atendidas, inclusive as pautadas ao sindicato patronal no mês de abril de 2014.

    As reivindicações de nossa pauta refletem a necessidade de reconhecimento e de valorização. São cláusulas justas e necessárias. Não vamos perder a oportunidade de exigir o que é nosso por direito. Quem não dá valor ao trabalho que fazemos só vai nos dar ouvido e razão quando cruzarmos os braços.

    SINDEEPRES - Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo.

  • Presidente é homenageado pela campanha

    O presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite, foi ho­menageado pela campanha “Eu Sou do Bem, Eu Faço o Bem”, na quinta-feira (05/06). O prêmio objetivou divulgar a atuação re­levante do presidente no que diz respeito às lutas e conquistas por mais direitos e benefícios para os trabalhadores da categoria ter­ceirizada.

    “Fico muito grato pelo reconheci­mento das ações realizadas fren­te ao SINDEEPRES. Entendo que só podemos de fato mudar o mundo com práticas boas. Há quase 22 anos essa tem sido a bandeira do sindicato: fortalecer os direitos dos nossos compa­nheiros”, agradeceu.

    Segundo o autor da campanha, jornalista Figueiredo Junior, o prêmio tem um significado que vai além da forma física, representa­da por um troféu. “Ele serve para lembrar a todos que a mudança começa conosco, não importa se é para meio ambiente, na gestão de pessoas ou simplesmente res­peitando o próximo. Todo mundo pode fazer o bem, até mesmo dando um sorriso para alguém que não conhecemos”, disse.

    Este é o oitavo ano de premiação. Ao todo foram contempladas 100 pessoas que praticaram alguma atividade de destaque caracte­rizada como do bem em 2013. Entre os premiados há represen­tantes de empresas, sindicatos e instituições, bem como pessoas físicas.

  • COMUNICADO SINDEPRESTEM e SINDEEPRES

    SOBRE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM CONDOMÍNIOS PARA CAMPINAS E REGIÃO

    O SINDEPRESTEM – Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Tem­porário no Estado de São Paulo – e o SINDEEPRES – Sindicato dos Em­pregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Tra­balho Temporário, Leitura de Medi­dores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo –, entidades sindicais representativas do segmento de pres­tação de serviços, esclarecem aos condomínios e administradoras de condomínios de Campinas e Região que representam o segmento de pres­tação de serviços e mão de obra em condomínios, em que são colaborado­res porteiros, controladores de aces­so e demais funções especificadas na Convenção Coletiva de Trabalho firmado entre o SINDEPRESTEM e o SINDEEPRES, cuja Cláusula 75ª per­mite a terceirização em condomínios mistos, particulares e comerciais em Campinas e Região.

    Os artigos 5º, 7º e 170º da Constitui­ção Federal asseguram o livre exercí­cio de qualquer atividade econômica, de forma que a prática da terceiriza­ção é livre e não pode ser proibida ou coibida, nem mesmo por Convenção Coletiva de Trabalho de outro seg­mento, que, inadvertidamente, vem conturbando as relações entre as em­presas prestadoras de serviços.

    Observa-se que a prática adotada pe­las entidades desconexas ao nosso segmento tem o propósito de levar a erro os síndicos e administradores de condomínios e de provocar dúvidas na representação sindical dos traba­lhadores.

    Assim, o SINDEPRESTEM e o SIN­DEEPRES, em conjunto, informam que já tomaram providências contra os abusos perpetrados pelo Sinconed e o Sindicond para restabelecer a or­dem e a segurança jurídica, a saber:

    O SINDEPRESTEM informa que o processo nº TST-RO-116000- 32.2009.5.15.0000, relatado na Cláu­sula nº 34 da Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre os sindicatos Sinconed e Sindicond se encontra em trânsito legal, ou seja, sub judice, não havendo qualquer impedimento legal contra a representação deste junto às empresas de prestação de serviços na área de portaria, controle de acesso e afins no estado de São Paulo.

    Já o SINDEEPRES esclarece que, tendo em vista a insistência do Sindi­cato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de Campinas e Região – Sinconed – em representar categoria já representada pelo SINDEEPRES, ingressou com ação judicial contra o Sinconed, cujo processo recebeu o nº 0139500-95.2009.5.15.0043 – 3ª Vara do Trabalho de Campinas.

    Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região decidiram em sede de recurso, cuja decisão é definitiva, que:

    i) o SINDEEPRES é o legítimo repre­sentante dos empregados das em­presas de prestação de serviços a terceiros, colocação e administração de mão de obra, trabalho temporá­rio, leitura de medidores e entrega de avisos dentro de sua respectiva base territorial, inclusive quando o tomador de serviços se tratar de condomínio ou edifício;

    ii) o Sinconed está proibido de pra­ticar atos de representação dos em­pregados das empresas de prestação de serviços a terceiros, colocação e administração de mão de obra, traba­lho temporário, leitura de medidores e entrega de avisos dentro da base ter­ritorial do sindicato requerente, inclu­sive quando o tomador de serviços se tratar de condomínio ou edifício, bem como de, em relação a tais trabalha­dores, firmar Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho, ajuizar Dissí­dios Coletivos, Ações Individuais ou Coletivas, arrecadar contribuições e efetuar a homologação da rescisão do contrato de trabalho;

    iii) o Sinconed deve restituir ao SIN­DEEPRES as quantias arrecadadas na condição de representante dos em­pregados terceirizados em portarias em edifícios e condomínios.

    O Sinconed esgotou todos os recur­sos possíveis para alterar a decisão da Justiça. Contudo, não obteve su­cesso, isto é, o ganho da causa foi do SINDEEPRES.

     O SINDEPRESTEM e o SINDEE­PRES já adotaram as medidas cabí­veis para tornar sem efeito legal as investidas do Sinconed, que insisten­temente descumpre a decisão judicial e a legislação do país.

     

  • Coderp vence o Torneio de Futebol em Ribeirão Preto

    No domingo (15/06), a Coderp levan­tou a taça de campeã do Torneio de Futebol Sindeepres em Ribeirão Pre­to ao marcar 6 a 3 na HR Serviços.

    No primeiro tempo as duas equipes mantiveram o mesmo nível de jogo. No segundo a Coderp se destacou, sobre­tudo na parte física e na concentração, e levou o título. “Esperávamos ficar entre os finalistas, porque no torneio do ano passado tivemos um bom de­sempenho e já conhecíamos as outras equipes”, disse o capitão do time ven­cedor, Andrei de Carvalho Lucas.

    A HR Serviços teve o goleiro menos vazado, Wesley Francisco Lima, que sofreu apenas 19 gols.

    Já na disputa pelo terceiro lugar, en­tre a Daerp e a HR Leitura, o jogo foi acirrado e só foi decidido nos últimos momentos do segundo tempo. A Daerp venceu pelo placar de 13 a 8.

    A Daerp também se destacou com o maior artilheiro, Rodrigo Castro Dovic­chi, que marcou 24 gols.

    “Na verdade, a equipe buscava o título, mas também ficamos felizes com a ar­tilharia”, ressaltou Dovicchi, que jogou pela primeira vez o regional.

    O torneio, realizado no Sesc Ribeirão Preto, contou com a participação de 85 associados e oito equipes no total.

    FOTOS DO TORNEIO - CLIQUE AQUI

 

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    Em Comunicado Conjunto firmado entre o SINDEPRESTEM (sin­dicato patronal) e o SINDEEPRES ...
    Em Comunicado Conjunto firmado entre o SINDEPRESTEM (sin­dicato patronal) e o SINDEEPRES (sindicato laboral), os Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos do Estado de São Paulo, com abrangência em todo o território paulista, tiveram os salários rea­justados com data-base em 1º de maio. Para mais informações sobre o piso normativo salarial, auxílio refeição e alimentação e Participação nos Lucros e/ou Re­sultados (PLR), entre outros benefí­cios, acesse o link abaixo: http://www.sindeepres.org.br/images/stories/pdf/convencao/comunicadogeral2014.2015.pdf
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    (clique aqui para ver Acórdão)Em 1º de dezembro de 2011, o egrégio Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (sediado em Campinas - SP) mais uma vez reconheceu a representatividade do Sindeepres para fazê-la em prol dos trabalhadores terceirizados que prestam serviços em portarias de condomínios e edifícios, em todo o Estado de São Paulo (Proc. Nº 0139500-95.2009.5.15.0043), e veio colocar um freio nas atitudes descabidas e ilegítimas que vinham sendo praticadas pelo Sinconed (Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de Campinas e Região), que representa os empregados contratados diretamente pelos Condomínios e Edifícios localizados nas cidades de Americana, Amparo, Campinas, Capivari, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Jaguariúna, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’Oeste, Sumaré, Valinhos e Vinhedo. Por sua vez, o Sindeepres representa trabalhadores terceirizados, entre outros, aqueles que são contratados por empresas e que prestam serviços em Condomínios e Edifícios em todo o Estado de São Paulo, inclusive em Campinas e região.A decisão do TRT/15 foi no mesmo sentido de várias outras já proferidas pela Justiça do Trabalho, ou seja, entendendo que trabalhadores contratados diretamente por condomínios ou edifícios são representados pelos sindicatos de trabalhadores em condomínios e edifícios; enquanto os trabalhadores terceirizados, quando prestam serviços para tomadores de serviços – condomínios e edifícios são legitimamente representados pelo Sindeepres.Com essa decisão da Justiça do Trabalho, espera-se que o Sinconed abandone a aventura iniciada, deixe de praticar atos irresponsáveis e pare de assediar e iludir trabalhadores, que ele (Sinconed) bem sabe não serem seus representados. Logo, acredita-se que o Sinconed irá cumprir integralmente a decisão judicial proferida pelo TRT - 15ª Região:a) não representar os trabalhadores terceirizados, ou seja, não pode o Sinconed, inclusive quando o tomador de serviços se tratar de condomínio ou edifício, bem como de, em relação a tais trabalhadores (terceirizados), firmar acordos ou convenções coletivas de trabalho, ajuizar dissídios coletivos, ações individuais ou coletivas, arrecadar contribuições e efetuar a homologação da rescisão do contrato de trabalho;b) a restituir ao requerente (Sindeepres) as quantias arrecadadas na condição de representante dos empregados terceirizados em portarias em edifícios e condomínios; ec) ao pagamento de honorários advocatícios.Assim, permanece, uma vez mais, judicialmente reconhecida e ratificada a representatividade do Sindeepres quanto aos trabalhadores terceirizados em portaria, inclusive os que trabalham prestando serviços para condomínios e edifícios de Campinas e região.Portanto, neste caso sob comento, a Justiça do Trabalho de maneira coerente e aplicando os preceitos legais pertinentes para o caso in concreto, não permitiu ao infrator (Sinconed) continuar com a representação que não lhe pertence, bem como certificou de maneira clara, aos trabalhadores e empregadores (empresários e síndicos de edifícios e condomínios), a real e legítima representatividade laboral da categoria naquela base territorial (Campinas e região).Trata-se de mais uma demonstração efetiva de que o Sindeepres permanece alerta às questões de interesse da categoria, zelando pela manutenção de suas bases.
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    Presidente do TST é favorável à taxa assistencial obrigatória para todos os trabalhadores Rio - O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Antonio Levenhagen, defendeu a cobrança da contribuição assistencial pelos sindicatos, mesmo daqueles trabalhadores que não são filiados às entidades de classe. Atualmente, o entendimento do tribunal é de que as associações representativas não podem obrigar os trabalhadores não filiados a pagar a taxa. Há um precedente normativo na Corte que orienta as decisões judiciais neste sentido. Porém, o magistrado discorda do posicionamento dominante. “Se o acordo vale para todos, por que só o sindicalizado contribui e o outro trabalhador que vai receber os mesmos benefícios não contribui?”, afirmou. No Brasil, o trabalhador é obrigado a pagar o imposto sindical anualmente, no valor de um dia de trabalho, mesmo se não for filiado ao sindicato de sua categoria. A chamada contribuição assistencial também é prevista em lei, mas ainda não há consenso se ela é obrigatória para a todos ou somente para os associados. A obrigatoriedade ampla é uma batalha das centrais sindicais. Segundo o presidente nacional da Força Sindical, Miguel Torres, sem o recurso, os sindicatos ficam enfraquecidos. “Há pessoas que levantam a bandeira de não contribuir com os sindicatos, isso só fortalece o empresariado”, defende. “Nas convenções coletivas, os sindicatos conseguem mais direitos do que a CLT prevê.” O ex-ministro do Trabalho e Emprego e presidente do PDT, Carlos Lupi, defende uma posição intermediária. Para ele, a contribuição só deve ser paga nos casos em que o sindicato realmente ofereça serviços de assistência à categoria. “Pode ser jurídica, médica, odontológica ou outra. Se não houver essa contrapartida, é abuso”, explica.
  • Trabalhador, fique atento ao seu FGTS: acordo entre empresa e CEF não impede cobrança do fundo pelos depósitos em atraso
    O acordo para parcelar débito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) entre o empregador e ...
    O acordo para parcelar débito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) entre o empregador e a Caixa Econômica Federal (CEF) não é impedimento para o empregado solicitar a cobrança pelos depósitos em atraso, conforme sentença proferida pela 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho. Um empregado da empresa Teka admitido em 2005 ingressou no programa de aquisição da casa própria para financiar imóvel junto à CEF seis anos depois após sua contratação com a utilização do FGTS. De posse do extrato do fundo, ele constatou que os depósitos de dezembro de 2005 a fevereiro de 2010 não tinham sido efetuados. Foi ao Departamento de Pessoal da empresa solicitar a efetivação dos depósitos e recebeu a orientação de que o processo deveria ser feito por meio judicial. O empregado ajuizou Reclamação Trabalhista e pediu a condenação da empresa ao recolhimento dos depósitos do FGTS. A Teka Tecelagem Kuehnrich S.A. foi condenada a recolher as parcelas em atraso. É inquestionável que o FGTS está entre os direitos sociais dos trabalhadores urbanos e rurais sendo, portanto, legítima sua cobrança do trabalhador. Por isso, para não sofrer prejuízos é fundamental acompanhar os depósitos efetuados mensalmente pelo empregador por meio do extrato do FGTS.

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  • Gaudêncio Torquato fala sobre marketing político na Assembleia Legislativa de São Paulo
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    Em junho (04), o professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e consultor político Gaudêncio Torquato realizou na Assembleia Legislativa de São Paulo palestra intitulada Dez res­postas para a pergunta: “Como ganhar as eleições?” - O marketing eleitoral de 2014. Com o patrocínio do SINDEEPRES e apoio do PMDB-SP, a apresentação abordou dez eixos fundamentais para a realização de uma campanha políti­ca: incorporação do candidato às no­vas demandas sociais; marketing seg­mentado, isto é, atenção ao discurso e plano regional focado; discurso condi­zente, consistente, objetivo e claro; ar­ticulação com a sociedade organizada; atenção às demandas sociais de de­terminadas comunidades; onipresença para multiplicar a visibilidade; utiliza­ção adequada dos diferentes meios de comunicação; agenda eficiente, com linguagem unificada da equipe; refle­xão sobre os pontos fortes e fracos da campanha; e alocação adequada de recursos para a campanha. Em meio ao cenário de plena corrosão da imagem da democracia representa­tiva e com o surgimento de entidades não governamentais que promovem manifestações, Gaudêncio também enfatizou a importância de o candida­to estar atento à nova realidade social que surgiu com a ascensão da classe C, formada atualmente por 53% da po­pulação. “Na minha visão, é essa clas­se que está fazendo movimentação de rua. É o mesmo contingente que saiu da base da pirâmide e quer mais segu­rança, melhores transportes e melho­res sistemas de saúde. Essa turma do quero mais será decisiva no processo das urnas.” “Uma exposição como essa é importante porque Gaudêncio tem vasta expe­riência nessa área de marketing político, de jornalismo e de fazer uma leitura do momento”, destacou o deputado Baleia Rossi (PMDB-SP), que mediou a pales­tra. Segundo o presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite, em meio ao cenário político de indefinições, com a ampliação de manifestações e greves, “a palestra pode trazer esclarecimentos não só para os pré-candidatos como para o eleitor”. O empresário Paulo Skaf, presidente li­cenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pré­-candidato ao governo do estado pelo PMDB-SP, também esteve presente no encontro. “É muito importante um traba­lho como esse para que todos tenham oportunidade de ouvir nosso amigo e professor Torquato, que tem vasta expe­riência. Sem dúvida nenhuma, depois de respondidas as dez perguntas vou pegar uma colinha, porque as orientações são muito pertinentes”, brincou. Mais de 200 pessoas, entre pré-candi­datos e seus assessores e profissionais de marketing e de comunicação parti­ciparam do evento. O ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury e os deputados estaduais Jooji Hato e Jorge Caruso (PMDB-SP) foram algumas das autoridades que prestigiaram a palestra, à qual compareceu também o presiden­te do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd), Antonio Neto. Torquato destaca a importância de os candidatos se articularem com as atuais demandas sociais O jornalista e consultor Gaudêncio Torquato é especialista em marke­ting político e eleitoral, com expe­riência de mais de três décadas na esfera acadêmica e no universo da política, incluindo a organização de campanhas majoritárias e proporcio­nais em diversos estados brasileiros. A palestra que realizou na Assem­bleia Legislativa de São Paulo teve como referência seu livro mais re­cente, Novo Manual de Marketing Político. A obra tenta explicar, por meio de dez respostas, como ga­nhar uma campanha em tempos de grandes mudanças. Leia a entrevista na íntegra.   Folha Terceirizada: Desses dez passos apresentado no livro, qual faz mais diferença na campanha? Torquato: Todos os dez passos são importantes porque são complemen­tares. É evidente que alguns ganham ênfase – por exemplo, os candidatos devem procurar mapear as organiza­ções que intermedeiam os interesses da sociedade. Neste ano, essa arti­culação social será mais importante do que em campanhas anteriores em função da organicidade social, em função das manifestações de rua. Nós estamos vivendo um Brasil diferente, mais participativo e mais intenso, com vontade de demandar e de pressionar. Isso implica, por par­te dos candidatos, em esforço maior de articulação com a sociedade. Aconselho também os candidatos a trabalharem com eventos menores e mais rápidos, substituindo os grandes eventos e co­mícios que fizeram as campanhas do passado. Qual o cenário político para 2014? Torquato: Tenho notado muitas mudan­ças por todo o território nacional. Isso pode significar renovação de grande parte do Parlamento, particularmente a Câmara dos Deputados. Assim, esse ensaio de democracia direta pode impli­car em transformações nos padrões da política brasileira. Quais diferenças você observa no perfil do eleitor de 2010 e de 2014? Torquato: O eleitor está mais crítico, mais racional, mais lógico, mais exi­gente e não está se deixando enganar com a figuração do candidato. Enfim, estamos passando da fase do bonitinho, mas ordinário. Hoje os cidadãos querem conteúdo, propostas mais sérias, ao in­vés de apenas espetacularização e pro­gramas bem elaborados, mas com falta de conteúdo. Fale um pouco sobre o Novo Manual de Marketing Político. Torquato: Meu livro reúne aulas, ensaios e artigos sobre marketing político. É uma tentativa de mostrar minha experiência na política e os trabalhos realizados na academia. Trata-se de um roteiro de si­tuações que devem ser desenvolvidas e aplicadas pelos candidatos, tanto em campanhas proporcionais (deputado fe­deral, deputado estadual, deputado dis­trital e vereador) como em campanhas majoritárias (presidente da República, governador de estado e do Distrito Fe­deral, senador e prefeito).
  • Presidente do SINDEEPRES participa do terceiro congresso da Confederação Sindical Internacional
    O presidente do SIN­DEEPRES, Genival Beserra Leite participou do terceiro congresso da Confederação ...
    O presidente do SIN­DEEPRES, Genival Beserra Leite participou do terceiro congresso da Confederação Sindi­cal Internacional (CSI), realizado nos dias 18 a 23 de maio na cidade de Berlim na Alemanha, para eleição da nova di­retoria da entidade. Durante o evento, o bra­sileiro e secretário de Relações Internacionais da CUT, João Felício foi eleito para o comando da entidade. É a primeira vez que um sindicalista do continente america­no vai presidir a maior central global, com 325 filiados (incluindo CUT, Força Sindical, UGT e CNPL, confederação dos profissionais liberais) em 161 países e 176 mi­lhões de trabalhadores na base. Mesmo no período pós­-guerra, quando o movi­mento sindical se reorga­nizou e, sob influência da social-democracia, criou em 1948 a Confedera­ção Internacional das Organizações Sindicais Livres (Ciosl), o coman­do se originava sempre dos países de economias desenvolvidas. A CSI se originou da união entre a Ciosl e a democrata­-cristã Confederação Mundial do Trabalho (CMT), em 2006. Funda­da em 1945, a Federação Sindical Mundial (FSM), de orientação socialista, tem entre os filiados as brasileiras CTB e CGTB. Participaram do con­gresso de Berlim, mais de 1.500 delegados de 161 países. Na abertura, discursaram o chanceler alemão, Frank-Walter Steinmeier, da admi­nistradora do Progra­ma das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), e do atual presi­dente da CSI, o alemão Michael Sommer. As filiadas brasileiras à central se uniram em torno da candidatura de João Felício, que tam­bém teve o apoio das cen­trais das Américas, além de entidades africanas, asiáticas e europeias. A indicação foi feita em abril. Na sexta-feira, o congresso da CSI elegeu o secretário-geral e o con­selho, que, por sua vez, escolheram o presidente. O evento traz como tema “reforçar o poder dos trabalhadores” em um momento de ofensiva mundial contra direitos sociais, como constata o próprio Felício. “Eles (empresários) se uni­ficam muito mais, são mais unidos na explora­ção, têm recursos para isso, se expandem com facilidade e têm uma coi­sa que nós não temos: o apoio da maioria dos go­vernos.”
  • Trabalhadores demitidos injustamente são reintegrados
    Na busca por melhores condições trabalhistas, em março, funcionários da prestadora Soluções ...
    Na busca por melhores condições trabalhistas, em março, funcionários da prestadora Soluções Serviços Terceirizados Ltda. elaboraram uma pauta de reivindicações e encaminharam ao SINDEEPRES. Em abril (07), a empresa retaliou e demitiu dois trabalhadores sob argumento de terem encabeçado e enviado o documento ao sindicato. Diante do caso, a Entidade Sindical requereu mediação junto ao Ministério Público do Trabalho, 2ª Região (Procedimento nº 001508.2014.02.000/0), contra a atitude arbitrária da prestadora de serviços, alcançando o objetivo pretendido. Em audiência mediada pelo procurador Dr. Erich Vinicius Schram, o SINDEEPRES afirmou ter recebido dos trabalhadores Pauta de Reivindicações e encaminhou à empresa, como de costume, sem identificar seus autores. Na sequência, tomou conhecimento do desligamento dos funcionários por supostamente encabeçarem a lista de assinaturas. A Entidade Sindical considerou a dispensa como atitude antissindical, isto é, uma clara retaliação aos trabalhadores por terem buscado direitos que lhes são garantidos em lei. Assim, tentava, em mediação, a reintegração imediata dos trabalhadores. Em abril (17), os dois trabalhadores foram reintegrados. Desta forma, o SINDEEPRES demonstrou que não aceitará que qualquer injustiça seja praticada contra seus representados.
  • Corredor de 86 anos é homenageado na corrida
    O corredor Augusto Trindade de 86 anos participou de todas as edições da Corrida do Trabalhador ...
    O corredor Augusto Trindade de 86 anos participou de todas as edições da Corrida do Trabalhador Sindeepres. Morador do bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo, ele habitualmente treina no Parque do Carmo. Por essa força e determinação, o Sindicato o homenageou nesta última prova. Seu Augusto, como é mais conhecido, começou a correr aos 60 anos de idade, em Limeira, sua cidade natal. A primeira participação em maratonas foi em São Paulo, em 1988, e depois ele participou da corrida de Blumenau, em 1989. Hoje Augusto já está com 55 maratonas no currículo, e a disposição do corredor não para por aí. Ele também participa dos Jogos Regionais do Idoso (Jori). Sem economizar simpatia, ele aconselha aos jovens que não possuem hábito de praticar esporte: “se os jovens se espelharem em mim ou em outros de setenta e oitenta anos com a mesma disposição, terão sorte”, sorriu. Sobre a atuação na corrida, ele é enfático: “hoje não corro preocupado com o tempo de percurso, corro por prazer”, disse satisfeito.
  • UGT assina manifesto condenando a contratação de adolescentes de 12 anos para trabalhar como gandulas na Copa
    A União Geral dos Trabalhadores (UGT), juntamente com as demais centrais sindicais assinaram um ...
    A União Geral dos Trabalhadores (UGT), juntamente com as demais centrais sindicais assinaram um manifesto condenando a contratação de crianças de 12 anos para trabalharem como gandulas, durante a Copa do Mundo.   O documento assinado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), O Grupo Nacional de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores Gerais dos Ministérios Públicos (GNDH), Comissão Permanente da Infância e Juventude (COPEIJ), o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fnpeti), foi protocolado no Concelho Nacional de Justiça (CNJ) e encaminhado ao ministro Joaquim Barbosa.                                            Nele, para repudiar a recomendação de 13 de dezembro de 2013, do CCJ, em que permite a participação de adolescentes na atividade de gandulas durante a realização da Copa do Mundo, as entidades se valeram do princípio da proteção integral à criança e ao adolescente consagrado no art. 227 da Constituição Federal, que expressamente estipula ser dever da família, da sociedade e do Estado, assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.   Além disso, a Carta Magna Brasileira estabelece que pessoas menores de 16 anos estão vetadas de desempenhar qualquer atividade trabalhista. “A Copa do Mundo é o principal evento esportista do planeta. É muito bom termos a realização desse grandioso espetáculo aqui no Brasil, mas isso não é justificativa para passarmos por cima da nossa Constituição. Não podemos permitir que isso aconteça, caso contrário, seremos coniventes com esse retrocesso”, explica Ricardo Patah, presidente nacional da UGT.   Fonte: imprensa UGT/Por Fábio RamalhoFoto: Agência Brasil 

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